Endodontista, ortodontista, implantodontista: cada especialidade tem perfil tributário diferente. Veja como otimizar para cada caso.
Nem todo dentista tem o mesmo perfil de receita. Um clínico geral tem ticket médio menor e volume maior de pacientes. Um implantodontista tem ticket muito alto e volume menor. Essa diferença impacta diretamente a escolha do regime tributário.
Implantodontistas têm custo expressivo com implantes e próteses. No Simples Nacional, esses materiais não geram crédito tributário. No Lucro Presumido, as notas de compra de implantes podem ser deduzidas no Lucro Real — o que faz o Lucro Real ser considerado por grandes volumes.
O ortodontista tem receita diluída ao longo do tratamento (18 a 24 meses). No Simples Nacional, o imposto incide sobre as parcelas recebidas — vantajoso. O Lucro Presumido tributa no regime de competência, o que pode antecipar o imposto.
Endodontistas com alta produção diária têm faturamento elevado em menos tempo. Se ultrapassar R$ 400.000/ano com perfil de serviço puro, o Simples Nacional Fator R costuma ser o regime mais vantajoso.
Clínicas de cirurgia bucomaxilofacial com internação podem qualificar para Equiparação Hospitalar, reduzindo drasticamente a carga no Lucro Presumido. Periodontas com serviços mais clínicos ficam melhor no Simples.
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